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22 Jun 2011

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Aquecimento para o BRINCANTE

Brincante

Depois de Chega de Saudade, a Gullane pega o ritmo de novo! Mais uma vez com o doce olhar de Walter Carvalho (que fotografou o Chega e participa agora como diretor). Vem aí Brincante, um espetáculo para a tela grande genuinamente brasileiro, baseado na obra de Antônio Nóbrega.

Nossos dançarinos pré-selecionados já estão aquecidos. Entraram esta semana na fase final das aulas de danças brasileiras, revisando todos os estilos experimentados: maracatu rural, cavalo marinho, cabocolinho, frevo, afro, batuques, improviso. O próximo passo é a criação e o ensaio da coreografia para o filme.

Participam das aulas cerca de 23 bailarinos em processo de seleção que formarão o grupo de baile do longa-metragem. A turma está revelando bastante dedicação. As aulas, que, como dizemos no jargão do cinema, “startaram” (tiveram início) em 9 de maio, são realizadas três vezes por semana, no período da manhã, no Teatro Brincante.

Sob liderança do próprio Antônio Nóbrega, eles estão muito bem acompanhados do preparador físico Milton Kennedy e das professoras Rosane Almeida, Maria Eugênia Almeida e Marina Abib. Luciano Fagundes é o assistente direto do Nóbrega, que entre outras coisas ajuda na preparação das aulas. Na produção desse elenco, contamos com a produtora de casting Ale Tosi e nossa assistente de produção, no meio do fervo do frevo, das danças e das demandas, Júlia Ribeiro.

Para encontrar esse leque de perfis talentosos, numa aquarela tão brasileira, foram realizadas várias audições, com a consultoria artística da bailarina Ana Teixeira. Espiem as fotos do comecinho dessa etapa de preparação do projeto.

O diretor Walter Carvalho, que por enquanto ainda está ocupado com outros projetos como diretor de fotografia, assistiu a uma das aulas da última semana. Em breve começam o casting e os ensaios com os músicos.

 

conversa com dançarinos

Da esq. para a dir., Caio Gullane, Ale Tosi, Luísa Berlitz (eu), Luciano Fagundes e, na plateia, os nossos candidatos pré-selecionados

Na banca: Maria Eugênia, Rosane Almeida, Antônio Nóbrega, Ana Teixeira

 

Audição para seleção de dançarinos

Alguns candidatos pré-selecionados

 

Nóbrega em audição

Fotos: Júlia Ribeiro

20 Abr 2011

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Peça de Laís Bodanzky traz metalinguagem em cena

A cineasta Laís Bodanzky, diretora de três produções da Gullane (“As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade” e “Bicho de Sete Cabeças”), assina a direção da peça “Menecma”, em cena no Teatro do Sesi de São Paulo até 26 de junho. O texto, de Bráulio Mantovani, faz um jogo de significado de palavras. Com várias referências ao cinema noir, usa e abusa da metalinguagem, brincando com ficção e realidade.

Menecma são duas pessoas impressionantemente semelhantes. Ne peça, esses espelhos estão entre os personagens Eva, Ivo, Julie, Giulia, Polônio e Apolônio. Vale observar que, na vida real, Laís convive diariamente com o trocadilho de letras: é casada com o roteirista Luiz Bolognesi (“Terra Vermelha”, “Chega de Saudade”, “As Melhores Coisas do Mundo”).

Na equipe de “Menecma”, estão vários nomes conhecidos da “sopa de letrinhas”, créditos dos filmes da Gullane: o ator Gustavo Machado (de “As Melhores Coisas do Mundo”) é o protagonista Guilherme; a cenografia é de Cássio Amarante (diretor de arte de “Chega de Saudade”, “Cidade de Plástico”, “Encarnação do Demônio”); a trilha sonora (que se remete ao cinema clássico) é do BiD (“Chega de Saudade”, “As Melhores Coisas do Mundo”); e o autor, Bráulio Mantovani, foi um dos roteiristas de “O ano em que meus pais saíram de férias”, além de ter colaborado em roteiros como “Querô” e “Chega de Saudade”.

Se existe teatro em São Paulo em que se pode ir de olhos fechados sem saber a programação (e não pesar no bolso) é o do Sesi, na Fiesp. Aproveitem!

Serviço:
De 26/março a 26/junho/2011
5ª e 6ª feiras, grátis – ingressos podem ser retirados a partir do meio-dia
Sábado e domingo, R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia) – venda antecipada na bilheteria

Teatro do Sesi
Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp
11 3146-7405 / 7406
www.sesi.org.br/centrocultural

PS 1 – para saber mais
blog da peça: http://menecma.wordpress.com
site da Buriti Filmes
twitter: @menecmateatro

PS 2 – para prestar atenção
O Fred Avellar, que trabalhava conosco na Gullane, aparece no último vídeo, o filme dentro da peça…

PS 3 – para quem gostou

Para ler mais sobre metalinguagem, recomendo o livro “O Filme Dentro do Filme – A Metalinguagem no Cinema”, de Ana Lúcia Andrade (UFMG, 1999).

Um livro recente que traz metalinguagem na literatura é o “Cordilheira”, romance do escritor gaúcho Daniel Galera, primeiro volume publicado da série Amores Expressos, da Companhia das Letras.

 

 

por Luísa Berlitz

24 Mar 2011

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Como saber a classificação indicativa de um filme

Classificação Indicativa - Informação e Liberdade de Escolha

Para garantir os direitos de crianças e adolescentes, o Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ), é responsável por uma norma constitucional processual chamada Classificação Indicativa. Através dela, todo produto audiovisual – bem como espetáculos, jogos eletrônicos e de interpretação – recebe uma classificação etária para sua exibição. São aqueles símbolos coloridos em cartazes ou na televisão que correspondem à idade a qual aquela programação é recomendada. Trata-se de um processo de autoclassificação em que o distribuidor ou produtor sugere a classificação de seus filmes e encaminha para aprovação do MJ. Assim que publicado, os pais podem se informar melhor antes de escolher o entretenimento dos filhos. Cabe à família a decisão: nas salas de cinema, acompanhados dos pais ou de um responsável autorizado, menores de idade podem ingressar em sessões com classificação superior à sua idade, desde que essa não ultrapasse a “não recomendação para menores de 16 anos”. Menores de 10 anos só podem ingressar no cinema acompanhados de um responsável, mesmo que a classificação seja livre. Para televisão, há restrições de horário para programas indicados apenas a crianças com idade acima de 12 anos.

Qualquer pessoa pode acessar o cadastro da classificação dos filmes, programas e trailers pelo seguinte link: http://portal.mj.gov.br/ClassificacaoIndicativa/jsps/ConsultarObraForm.jsp

Para mais informações, acesse: www.mj.gov.br/classificacao

Classificação de alguns filmes da Gullane:

“O ano em que meus pais saíram de férias”: 10 anos

“Chega de Saudade”: 12 anos

“As Melhores Coisas do Mundo”: 14 anos

“Terra Vermelha”: 14 anos

“Querô”: 16 anos

“Nina”: 16 anos

por Luísa Berlitz

22 Mar 2011

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Onde encontrar DVDs dos filmes da Gullane

Recentemente, recebemos várias ligações na Gullane de pessoas à procura dos nossos filmes. Reuni aqui alguns dos melhores preços em ofertas dessa semana. Aproveitem e não se esqueçam de conferir a disponibilidade e os valores nas lojas no momento da compra.

“Crianças Invisíveis”, com o curta “Bilu e João” dirigido por Kátia Lund: está em promoção pelo Mais Cultura, cartão de fidelidade da Livraria Cultura.

“O Ano em que meus pais saíram de férias”, de Cao Hamburger: Lojas Americanas e 2001 Vídeo

“Chega de Saudade”, dirigido por Laís Bodanzky: Lojas Americanas e Livraria Cultura.

“As Melhores Coisas do Mundo”, também com direção da Laís: Livraria Cultura.

Da mesma diretora, “Bicho de Sete Cabeças”: Livraria Cultura.

“Querô”, de Carlos Cortês: 2001 Video.

“O Magnata”, de Johnny Araújo: Livraria Cultura. e Lojas Americanas.

“Encarnação do Demônio”, dirigido por José Mojica Marins (Zé do Caixão): Livraria Cultura.

“Plastic City – Cidade de Plástico”, do Yu Lik-Wai: 2001 Vídeo

Série “Carandiru – Outras Histórias”, com 10 episódios: 2001 Video.

“O Mundo em Duas Voltas”, de David Schürman: City Lar, no Extra , na Videolar e no Ponto Frio

“Terra Vermelha” está esgotado em muitas lojas, mas ainda se encontra no Walmart

Quem quiser conhecer a versão estrangeira do DVD de “Terra Vermelha”, com o título internacional de “Birdwatchers”, ele está à venda por 15,99 £ (região 2, Europa, sistema PAL) no site da Survival International, ONG que apoiou o filme. A compra pela Survival é também uma contribuição em prol dos direitos dos povos de várias regiões do planeta.

“Narradores de Javé” está esgotado nas lojas. Vamos torcer para a Videofilmes relançar.

“Viajo porque preciso, volto porque te amo”, da Espaço Filmes, ainda não tem previsão de lançamento em DVD.

por Luísa Berlitz