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10 Out 2011

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Onde nasce o desejo?

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Há mais de vinte anos,  fui convidado por um amigo de infância para subir o PICO DA NEBLINA… perguntei onde ficava isso e ele disse que não sabia direito, mas sabia que era o pico mais alto do BRASIL, ou um dos mais. Fiquei, claro, muito animado e motivado. Desde o começo de nossa adolescência gostávamos de viajar entre amigos pra lugares naturalmente maravilhosos.

 

Naquele tempo, cheguei a conhecer diversos parques nacionais, cachoeiras, rios, praias, cavernas, montanhas … uma intensa faculdade  da vida - corporal, mental, sentimental e, por que não, espiritual.

 

Com esse “Curriculum” todo, resolvi de bate pronto aceitar a proposta e, na mesma hora, disse ao meu grande amigo:

- VAMOS!!! quando? quanto gasta? com quem? quanto tempo? COMO?

 

Juntos, fomos criando as  respostas pra transformar em realidade a ideia de subir o PICO DA NEBLINA. Acabei convidando também o Fabiano, meu irmão e sócio, que aceitou o desafio. Fomos os três.

 

Foram então dois meses de viagem na Amazônia:

 

- 2 dias pra chegar em Manaus, entre ônibus e carona de avião;
- 2 dias em MANAUS, onde conquistamos o apoio para a  viagem com o Ibama já que, naquele tempo, só garimpeiro e exército subia até o topo;
- 6  dias subindo o RIO NEGRO dentro do ASA BRANCA (um finado barco de passageiros e carga);
- 1 dia de passagem por  São Gabriel em carona de caminhão com exército até o Igarape (rio pequeno);

- 4 dias no Tucano subindo de voadeira (pequeno barco de alumínio);

- 22 dias andando com minha casa/mochila nas costas (com comida, rede e lona) pra subir e descer aquela maravilhosa Floresta. Nem no Horto Florestal de SP eu vi tanta orquídia como naquela trilha! Subimos  até o cume do pico, onde assinamos o livro que fica embaixo da bandeirinha do exército;

- 2 dias de descanso em São Gabriel para sarar de uma febrinha corriqueira (talvez uma malária fraquinha);

- 4 dias na região do RIO SOLIMÕES (fomos de avião);

- 8 dias descendo o rio AMAZONAS até Belém, com direito a diversas paradas (Parantins, vilarejos e tal);

- 4 dias na região de BELÉM com direito a ALGUDOAL, uma praia próxima a Belém, paradisiaca;

- 4 horas de Avião para a PAULICEIA DESVAIRADA

 

E não é que deu tudo certo???

 

Eu e meu amigo Marcelo "Jackow" no meio da viagem

 

Se eu não me engano, o monte Roraima é o pico mais alto do Brasil, mas pra mim quando meu amigo falou “vamos escalar o Neblina?  -  é o pico mais alto do BRASIL!”, ali nascia um desejo gigante e desafiador…  tanto faz se na régua é o primeiro ou segundo pico mais alto.

 

Marcelo "Jeckow", Fabiano e amigo no alto do pico

 

Depois dessa viagem, convivo com muitos aprendizados que sempre seguiram comigo.

 

Alguns anos atrás, nasceu outro desejo e desafio: o de fazer um grande filme sobre a Amazônia. E pensamos: quando? quanto gasta? com quem? quanto tempo? COMO?

 

A saída foi juntar Franceses e Brasileiros para apresentar a Amazônia de dentro, com seus grandes e minúsculos animais, rios, árvores, cahoeiras,montanhas e algumas surpresas também…

 

Trata-se da fillmagem que acabamos de iniciar, nosso projeto AMAZôNIA – PLANETA VERDE, uma coprodução com a França para a realização de um longa-metragem em 3D em que percorreremos a Amazônia pelo ponto de vista de um Macaco.

 

Foi uma verdadeira caminhada até aqui. Roteiro, financiamento, estratégia 1,2,3,4 …  operação-preparação e, agora, filmagem. Está indo bem e aprendi a pensar: Vai dar tudo Certo!

 

São mais de 100 pessoas, 7 câmeras, 40 veículos etc e tal… e o importante é ver e ouvir a natureza. Acho que será um belo filme que vai proporcionar boas sensações em 3D para toda a família.

 

Anos depois, de volta à Amazônia

 

Muito bom deixar nascer os desejos e desafios…

 

Selva!

 

Por Caio Gullane

 

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4 Out 2011

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“Meu País” é consagrado em Brasília

Brasilia

Depois de emocionar o público que lotou duas sessões no Festival de Paulínia e encheu seis salas na pré-estreia oficial de São Paulo, o filme “Meu País” foi recebido por mais uma cidade em um evento especial.

 

Na noite de ontem (03), o diretor André Ristum subiu ao palco do mais tradicional festival de cinema do país ao lado de elenco, equipe e dos produtores Fabiano Gullane e Gabriel Lacerda para receber o Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular na 44ª edição do Festival Brasília de Cinema.

 

Equipe sobe ao palco para receber prêmio

 

Além deste concorrido Candango, “Meu País” recebeu ainda outros  quatro prêmios oficiais: Melhor Direção para André Ristum, Melhor Ator para Rodrigo Santoro, Melhor Montagem para Paulo Sacramento e Melhor Trilha Sonora para Patrick de Jongh.

 

 

André Ristum ganha prêmio de Melhor Diretor

 

Rodrigo Santoro recebe Candango de Melhor Ator

 

O longa-metragem foi ainda contemplado com o Prêmio Exibição da TV Brasil e o Prêmio Vagalume, conferido por integrantes do projeto Cinema para Cegos.

 

Confiram aqui mais fotos do Festival e marquem na agenda a estreia nacional: 07 de outubro.

 

Coletiva de Imprensa da 44ª edição do Festival de Brasília

 

Público lota cinema para exibição do filme no Festival

 

Elenco apresenta filme na Competição

 

Premiados sobem ao palco na noite de encerramento

 

 

Por Mariana Mecchi

Fotos: Junior Aragão

 

26 Set 2011

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Sensações da Amazônia

Amazonia

No início das filmagens de “Amazônia – Planeta Verde”, o blog da Gullane recebe a participação especial do produtor Fabiano Gullane:

 

“Estamos no meio da floresta amazônica. Uma equipe de cinema de 70 pessoas e mais de 30 toneladas de equipamentos entre câmeras, todo sistema 3D, iluminação e movimento de câmera. Nossos dias começam às 4 h da madrugada com o delicioso e bem cuidado café da manhã do Edgar e sua cozinha em movimento. Às 5:30 da manhã, junto com o nascer do sol, estamos prontos e filmando nossas primeiras imagens.

 

Equipe saindo bem cedo para as filmagens

 

Tudo é muito grandioso nesse lugar e nesse filme. É realmente complexo organizar a locomoção, a comida, lidar com a umidade, com o medo da malária e outras ameaças ao nosso corpo urbano, estar preparado para o convívio com chuva a cada duas horas, o cuidado com os equipamentos, o cansaço físico e emocional… Enfim, um desafio a cada momento e a cada decisão. Por outro lado, estamos tendo condições de filmar a Amazônia de uma forma incrível, gerando imagens e situações maravilhosas com um padrão artístico e técnico de nível altíssimo.

 

Nossa equipe é formada por profissionais brasileiros e franceses. Uma mistura que está funcionando muito bem.

 

Na próxima parada, contamos mais…”

 

por Fabiano Gullane

 

Postado por amazoniaplanetaverde em Amazônia - Planeta Verde

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14 Jun 2011

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Novidade no Festival de Cinema de Paulínia

Claquete - Meu País

Post rápido, apenas para compartilhar uma coisinha: O Festival de Cinema de Paulínia divulgou um release do evento. Inovando e totalmente de acordo com o Festival, o release é em vídeo! No melhor estilo cinematográfico, cada filme selecionado – de ficção, docs e curtas – é apresentado com cenas do próprio projeto. Nada de sinopses ou textos de apresentação, apenas a imagem falando pela obra! Meu País está lá!

Assistam o release no youtube.